Ex-deputado preso por ataques ao STF declara apoio a Wilder Morais; veja vídeo
O encontro também contou com a presença do deputado federal Nikolas Ferreira e do senador Flávio Bolsonaro, ambos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Daniel Silveira, ex-deputado federal que foi preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, declara apoio a Wilder Morais para o Governo de Goiás.
O ex-deputado federal Daniel Silveira declarou apoio ao senador Wilder Morais (PL), pré-candidato ao Governo de Goiás nas eleições de 2026. O anúncio foi feito durante o 3º Seminário de Comunicação, realizado no Rio de Janeiro, onde os dois apareceram juntos em um vídeo publicado nas redes sociais.
Na gravação, Wilder Morais apresenta Daniel Silveira como uma "grande liderança política" e agradece o apoio recebido. "Encontrei meu amigo Daniel Silveira, que é uma grande liderança política do nosso país e que nos apoia também como pré-candidato ao governo. Estou muito feliz de ver você podendo participar com todos nós. Isso aqui representa o Brasil", afirmou o senador.
O encontro também contou com a presença do deputado federal Nikolas Ferreira e do senador Flávio Bolsonaro, ambos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Quem é Daniel Silveira
Daniel Silveira ganhou projeção nacional durante o mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro. Em fevereiro de 2021, ele foi preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, após divulgar um vídeo com ataques e ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal e defender medidas consideradas antidemocráticas, como o AI-5. A prisão foi posteriormente confirmada por unanimidade pelo plenário do STF e mantida pela Câmara dos Deputados.
Em abril de 2022, Daniel Silveira foi condenado pelo STF a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo, entre outros. No dia seguinte à condenação, recebeu um decreto de graça constitucional assinado pelo então presidente Jair Bolsonaro, medida que posteriormente também foi alvo de questionamentos no Supremo.














