Câmara garante aumento para servidor de Goiânia e dinheiro extra começa a cair em julho; veja valores
Data-base garante reposição de 4,26% nos salários, com primeira parte prevista para julho; projeto agora depende da sanção do prefeito Sandro Mabel

O aumento será dividido em duas etapas: 2,26% serão aplicados a partir de julho e os 2% restantes entram na folha de pagamento de agosto.
A Câmara Municipal de Goiânia aprovou, em segunda votação, nesta quinta-feira (9), o projeto de lei que concede a revisão geral anual dos servidores públicos municipais. A proposta, enviada pelo prefeito Sandro Mabel (União Brasil), garante reajuste de 4,26% para recompor perdas causadas pela inflação e segue agora para sanção do chefe do Executivo.
O aumento será dividido em duas etapas: 2,26% serão aplicados a partir de julho e os 2% restantes entram na folha de pagamento de agosto. A medida alcança servidores ativos, aposentados, pensionistas e agentes políticos dos poderes Executivo e Legislativo.
A aprovação ocorreu após a primeira votação do texto, realizada no dia 2 de julho, quando os vereadores analisaram a proposta inicial enviada pela prefeitura. Com a aprovação definitiva no plenário, a expectativa é que a primeira parcela já seja incluída no pagamento deste mês.
Além do reajuste salarial, os vereadores aprovaram uma emenda apresentada pelo vereador Sargento Novandir (Democrata), que aumenta o auxílio-locomoção dos trabalhadores temporários da Prefeitura de Goiânia. O benefício, que atualmente é de R$ 190, passa a ser equiparado ao valor recebido pelos servidores efetivos, de R$ 856.
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A revisão salarial tem como objetivo recuperar parte das perdas inflacionárias acumuladas até a data-base de 2026. No ano passado, os servidores municipais receberam uma recomposição de 4,83%, concedida a partir de setembro.
Apesar do avanço, algumas categorias ficaram fora do reajuste aprovado nesta proposta. Empregados da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Agentes de Combate às Endemias (ACE) e profissionais do magistério terão os índices definidos por leis específicas.
Com a aprovação na Câmara, o texto aguarda apenas a assinatura do prefeito Sandro Mabel para começar a valer oficialmente.
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