Câmara aprova reajuste dos servidores da Educação e reforça auxílio-transporte; veja valores
Projeto garante reposição salarial em duas parcelas e ainda iguala o auxílio-transporte de servidores temporários e efetivos da Educação. Texto agora depende da sanção do prefeito

Durante a votação, os vereadores aprovaram apenas uma emenda ao projeto.
A Câmara Municipal de Goiânia aprovou, em segunda e última votação nesta quinta-feira (9), o projeto de lei que concede a revisão geral anual, conhecida como data-base, aos servidores públicos municipais. O reajuste será de 4,26%, dividido em duas etapas, e ainda ganhou uma mudança considerada importante para os trabalhadores da Educação: a equiparação do auxílio-transporte entre servidores temporários e efetivos. Agora, a proposta segue para sanção do prefeito.
O texto mantém a recomposição salarial de 4,26%, sendo 2,26% pagos a partir de julho e os 2% restantes incorporados em agosto. A revisão beneficia servidores ativos e aposentados dos poderes Executivo e Legislativo de Goiânia, com exceção das categorias que possuem legislação própria para definir os reajustes.
Durante a votação, os vereadores aprovaram apenas uma emenda ao projeto. A alteração foi apresentada pelo vereador Sargento Novandir (Democrata) e determina a equiparação do auxílio-transporte dos servidores temporários e efetivos da rede municipal de Educação.
Ao defender a proposta, o parlamentar destacou a diferença existente entre os dois grupos. “Atualmente, os temporários recebem 190 e os efetivos quase mil, minha emenda é para equiparar”.
Caso o projeto seja sancionado pelo prefeito, tanto servidores temporários quanto efetivos da Educação passarão a receber auxílio-transporte de R$ 850.
Segundo a Prefeitura de Goiânia, a revisão anual tem como objetivo recompor parte das perdas provocadas pela inflação acumulada até a data-base de 2026. No ano passado, os servidores municipais receberam um reajuste de 4,83%, concedido a partir do mês de setembro.
Apesar da aprovação, algumas categorias continuam fora do alcance da proposta. Permanecem excluídos os empregados da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), os Agentes de Combate às Endemias (ACE) e os profissionais do magistério, que seguem regras específicas para definição de seus reajustes salariais.














