Bronzeamento de mulheres "com pernas abertas" em Anápolis gera bate-boca entre deputadas: "Confundiu com casa de swing"
Durante a discussão na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, a deputada Clarissa Tércio (PP) se posicionou contra...

Durante a discussão na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, a deputada Clarissa Tércio (PP) se posicionou contra uma série de projetos voltados para a comunidade LGBTQIA+, argumentando que a casa estaria dando prioridade a essas pautas em detrimento de outras questões que considera mais importantes.
Durante sua fala, Tércio citou um episódio envolvendo uma clínica de bronzeamento em Anápolis (GO). Segundo a deputada, o estabelecimento foi condenado por negar atendimento a uma pessoa trans.
Ao comentar o caso, ela descreveu o funcionamento do ambiente, afirmando que as clientes "ficam expostas, muitas vezes completamente nuas, ali em posições íntimas, e as pernas ficam abertas".
Ela questionou, então, o fato da clínica ter sido condenada pela Justiça após se recusar a atender uma mulher trans.
A deputada Érika Hilton (PSOL) pediu a palavra logo em seguida e rebateu as declarações. Para Hilton, a colega cometeu um erro de interpretação e se equivocou ao descrever o funcionamento de clínicas de bronzeamento, comparando-as a "casas de swing".
"Acho que a senhora confundiu nos seus neurônios o que é clínica de bronzeamento com o que é casa de swing", disparou Hilton.
A deputada ainda reforçou que a Comissão de Direitos Humanos existe justamente para tratar da dignidade das minorias, destacando a violência e o preconceito sofridos pela população LGBTQIA+ no país.
>>> Clique aqui e receba notícias de Goiás na palma da sua mão
>>> Acesse este link e siga a notícia em tempo real no Instagram












