Anselmo manda reajuste salarial dos professores para aprovação dos vereadores
Projeto enviado por Anselmo Pereira prevê aumento de 5,4% para servidores da Educação e reajuste em benefícios. No mesmo dia, TJ-GO mandou manter 70% dos administrativos trabalhando durante paralisação da categoria

O prefeito em exercício encaminhou projeto que concede reajuste de 5,4% nos salários e benefícios dos servidores da Educação.
Câmara de Goiânia
O prefeito em exercício de Goiânia, Anselmo Pereira (MDB), encaminhou à Câmara Municipal, nessa segunda-feira (11), um projeto de lei que concede reajuste de 5,4% nos salários e benefícios dos servidores da rede municipal de Educação. A proposta prevê que o aumento passe a valer retroativamente a partir de 1º de maio de 2026 e acompanha a atualização do Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério Público da Educação Básica.
Além do salário, a prefeitura quer reajustar no mesmo percentual benefícios como Gratificação de Regência de Classe, Auxílio Locomoção e Gratificação pelo Exercício de Atividades de Pesquisa, Capacitação e Técnico-Educacionais Especializadas. A medida beneficia os profissionais previstos na Lei nº 7.997, de junho de 2000.
Ao defender o projeto, Anselmo reforçou o discurso da gestão municipal de valorização dos trabalhadores da Educação e destacou o papel do prefeito Sandro Mabel nas negociações com a categoria. “O prefeito Mabel tem transformado a Educação em Goiânia e isso passa, sem dúvidas, pela valorização e reconhecimento dos servidores. Esta é mais uma medida desta gestão dentre tantos avanços já assegurados”, afirmou.
O envio do reajuste aconteceu em meio ao clima de tensão provocado pela greve dos trabalhadores da Educação municipal. Também na segunda-feira (11), o Tribunal de Justiça de Goiás acatou pedido da prefeitura e declarou a ilegalidade do movimento paredista, determinando a suspensão imediata da greve.
Na decisão, o TJ-GO ordenou que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás mantenha pelo menos 70% dos servidores administrativos da rede municipal em atividade durante a paralisação, iniciada nesta terça-feira (12). A determinação aumenta a pressão sobre a categoria em meio às cobranças por melhores condições e avanços salariais.
Já sobre o plano de carreira dos servidores administrativos, a prefeitura informou que qualquer avanço ainda depende da conclusão de estudos de viabilidade financeira e orçamentária.













