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GOIÂNIA

10 de Junho de 2022, 13h:10 - A | A

POLÍCIA / RELAÇÕES PERIGOSAS

Policial penal atira na cabeça de marido PM após briga por ciúmes em bar

Ocorrência foi registrada na noite dessa quarta-feira (08) no Setor Perim, na Capital. A agente penal segue presa e o marido militar recebeu alta do hospital nessa quinta-feira (09).

MÁRIO ANDREAZZA
REDAÇÃO G5



Policial penal de 34 anos, nome não divulgado, acertou tiro na cabeça do marido, 38 anos, que é policial militar, durante discussão por ciúmes no momento em que chegavam em casa, no Setor Perim, Goiânia, na noite de quarta-feira (08).

O militar foi socorrido e encaminhado ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), onde deu entrada com ferimento causado pela bala que acertou, de raspão, sua cabeça. Ele ficou sob cuidados médicos e no dia seguinte, nessa quinta-feira (09), recebeu alta e voltou para casa.

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De acordo com a ocorrência, o casal, instantes antes do atentado, estava num bar, onde passaram algumas horas consumindo bebidas alcoólicas. Porém em determinado momento, se desentenderam, por causa de ciúmes, começaram a discutir e decidiram ir embora.

A briga teria continuado dentro do carro, durante o trajeto para casa. No endereço, enquanto o homem fechava o portão, a mulher teria sacado a arma e disparado duas vezes contra o marido, sendo que um dos tiros atingiu a cabeça dele de raspão.

Equipe da Polícia Militar (PM) atendeu à ocorrência, prendeu a policial penal em flagrante e encaminhou à Delegacia de Polícia Civil. Durante depoimento, a mulher chegou a alegar que a arma foi disparada acidentalmente. Ainda assim, foi autuada por tentativa de homicídio.

Na quinta-feira (09), a policial penal passou por audiência de custódia. A juíza Ana Cláudia Veloso Magalhães analisou as informações policiais sobre o caso de decidiu pela conversão da prisão em flagrante por preventiva e manteve a acusada presa.

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Diretoria-Geral de Administração Penitenciária de Goiás (Dgap) afirmou que não compactua com desvio de conduta e que abriu inquérito administrativo para a apuração os fatos, apesar de o caso ter acontecido fora do horário de serviço da policial.

"A Dgap esclarece que os fatos ocorreram fora do horário de serviço da servidora, que, após o incidente, ela prestou os devidos socorros à vítima e acionou o socorro, mas que não compactua com desvio de conduta praticado por seus servidores e que o caso será devidamente apurado”, explicou a Administração Penitenciária.

Caso seque em investigação.

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