19 de Agosto de 2022
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28 de Julho de 2022, 09h:35 - A | A

POLÍCIA / CASO VALÉRIO LUIZ

Polícia Civil vasculha casa de jurado que provocou cancelamento de júri

Mandado de busca e apreensão foi determinado pelo Tribunal de Justiça de Goiás para esclarecer o fato do jurado ter deixado o hotel durante o julgamento devido a problemas de saúde.

REDAÇÃO G5



A Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública (Dercap) cumpriu, nesta quinta-feira (28), mandado de busca e apreensão em investigação que apura suposto crime de prevaricação praticado pelo jurado, de 27 anos, que causou o encerramento da sessão de júri popular, ocorrido no dia 14 de junho deste ano, para julgar os acusados de matar o radialista Valério Luiz.

As buscas foram cumpridas na Vila Alpes, em Goiânia. 

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A referida sessão do júri, integrada pelo investigado, causou grande clamor público e interesse social devido às especificidades dos fatos, da vítima e dos pronunciados, tratando-se de um ato jurisdicional que exigiu grande empenho do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Advogados de Defesa, com muita força pública e grande quantidade de pessoas envolvidas. 

Assim, as investigações apuram as reais circunstâncias em que ocorreu a quebra da incomunicabilidade do referido jurado, que alegou ter abandonado o hotel em que estava hospedado, na madrugada do referido dia, devido a problemas de saúde em razão de ingestão de alimentos derivados do leite, já que, segundo ele, seria intolerante à lactose. 

Logo, com a análise dos objetos apreendidos na busca realizada na casa do investigado, somada ao resultado das demais medidas investigativas, será possível esclarecer os fatos e apontar as reais circunstâncias do ocorrido.

As investigações da Dercap tiveram apoio e colaboração da Divisão de Inteligência Institucional do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).

Acusados

São réus no processo o ex-presidente do Atlético-GO, Maurício Sampaio, e quatro comparsas, Urbano de Carvalho, Ademá Figueiredo, Marcus Vinícius Pereira Xavier; e Djalma da Silva. Clique aqui e entenda o caso

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