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GOIÂNIA

27 de Julho de 2022, 07h:22 - A | A

POLÍCIA / PENDÊNCIAS NA JUSTIÇA

Engenheiro falsifica documento para participar de licitação de R$ 3,5 milhões

A defesa do engenheiro diz que vai aguardar a conclusão do inquérito para se posicionar. Segundo o advogado, o cliente não teve acesso aos documentos que teriam sido adulterados.

REDAÇÃO G5



Engenheiro civil, nome não divulgado, foi preso tentando participar de uma licitação de R$ 3,5 milhões do município de Barro Alto (km da Capital), usando documentação falsa. O crime foi descoberto pela comissão de licitação da prefeitura. A Polícia Civil foi chamada e fez a prisão do acusado.

A defesa do engenheiro diz que vai acompanhar e aguardar a conclusão do inquérito para depois se posicionar. Segundo o advogado, o cliente não teve acesso aos documentos que teriam sido adulterados.

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O engenheiro representava a construtora do irmão, que fica em Anápolis. A licitação era para contratar empresa para fazer pavimentação asfáltica no município.

Junto com a proposta e os documentos exigidos pela prefeitura, o engenheiro anexou certidão negativa falsa para comprovar que a empresa não tem processos na Justiça.

Documento com data falsificada

A comissão percebeu que o documento emitido pelo Tribunal de Justiça com data de 13 de junho de 2022, na verdade, havia sido emitido em 19 de setembro de 2019, quase três anos atrás.

Ao fazer uma consulta para verificar a legitimidade dos documentos, a comissão descobriu que a construtora tem pendências com a Justiça. Ela está sendo processada por outra empresa de Anápolis desde 2021.

A construtora teria falsificado a data de emissão do documento para não ser desclassificada do processo licitatório, conforme a investigação da polícia.

Segundo a Prefeitura de Barro Alto, a construtora nunca participou de licitações na cidade. O procurador do município, Diogo Rakowski, disse que descobriu a fraude ao tentar emitir a certidão de autenticidade do documento apresentado.

“Toda certidão tem um código para verificar a autenticidade. Ao colocar no site, foi verificado que o número não era condizente com a certidão de autenticidade nem com a segunda via apresentada. Ligamos para a Polícia Civil, que prontamente foi ao local e constatou que o documento era falso”, comentou o procurador.

O engenheiro foi encaminhado ao presídio de Goianésia. A polícia investiga o envolvimento da construtora em outras fraudes e se há mais pessoas envolvidas.

Com informações do G1

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