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07 de Julho de 2022, 17h:11 - A | A

POLÍCIA / CASO AYLA E LUIZ OTÁVIO

Assassino estuprou, degolou e jogou corpo de menina em pasto; irmão também teve pescoço cortado

A Polícia Civil informa que buscas pelo paradeiro do assassino estão sendo realizadas em área de difícil acesso e sem sinal de celular na região de Bonópolis.

MÁRIO ANDREAZZA
REDAÇÃO G5



Caso das crianças mortas em Bonópolis (456 km da Capital), na tarde dessa quarta-feira (06), continua chocando Goiás. A Polícia Civil divulgou nessa quinta-feira (07) que o menino Luiz Otávio Nunes Reis, 7 anos, e a irmã, Ayla Luciene Jesus Nunes, 5 anos, foram degolados.

A menina ainda sofreu estupro num pasto na saída da cidade ante de ter o pescoço cortado.

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Outras informações divulgadas pela polícia confirmam que o assassino foi identificado, porém, o nome não foi divulgado. Se trata de um “conhecido” distante da mãe das crianças. Morador da zona rural, mas visto com frequência pela cidade.

Como ainda não foi encontrado, ainda não há informações sobre motivação do crime brutal.

O menino foi encontrado pela mãe, que chegou do serviço e se deparou com Luiz Otávio com o pescoço cortado e o corpo abandonado num cômodo próximo à residência da família. Já Ayla foi encontrada pela polícia, após horas de buscas num pasto que fica cerca de 300m da casa.

A Polícia Civil informa que buscas pelo paradeiro do assassino estão sendo realizadas em área de difícil acesso e sem sinal de celular na região de Bonópolis.

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Entenda o caso

De acordo com as primeiras informações, Ayla e o irmão, Luiz Otávio, estavam em casa sozinhos, já que a mãe, nome não divulgado, estaria no trabalhando, ela é cuidadora de uma idosa no município, quando um homem invadiu a casa.

O acusado teria degolado o menino e levado a menina num saco para um pasto, onde teria estuprado e, em seguida, degolado, como fez com o irmão da criança.

Uma vizinha chegou a relatar à polícia que chegaram a ver “um homem” saindo da casa das vítimas por volta das 16h carregando um saco nas costas. Nesse saco estaria o corpo de Ayla, porém, a moradora explica que nunca imaginaria que o acusado estaria levando a criança.

Ao chegar em casa, a mãe das crianças se deparou com o filho morto e Ayla, até então, desaparecida. Entrou em desespero, pediu ajuda a vizinhos e a Polícia Militar (PM) foi imediatamente acionada.

Os militares confirmaram a denúncia, comunicaram o fato à Delegacia de Polícia Civil e Polícia Técnico-Científica (PTC), responsáveis pelos procedimentos de perícia no andamento da ocorrência.

Enquanto os investigadores trabalhavam na análise do corpo de Luiz Otávio e no perímetro da casa, para coletar evidências de ajudem a determinar as circunstâncias do homicídio e identificar o assassino, os policiais militares saíram em buscas pelo paradeiro de Ayla, até então, dada como desaparecida e do assassino.

Horas depois, a menina foi encontrada morta em uma região de pasto na saída da cidade. Corpo com sinais de estupro e o pescoço cortado.

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