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GOIÂNIA

24 de Junho de 2022, 09h:00 - A | A

PODERES / ALVO DA PF

Pastor de Goiânia acusado de pedir propina diz que prisão ocorreu para perseguir Bolsonaro

Gilmar Santos emitiu comunicado logo após deixar a prisão nessa quinta-feira (23) e afirmou sofrer perseguição política.

RAFAEL DE SOUSA
REDAÇÃO G5



O pastor de Goiânia, Gilmar Santos, publicou texto em seu perfil nas redes sociais, intitulado “Carta ao povo de Deus”, afirmando que sua prisão ocorreu por perseguição política ao Governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Gilmar é acusado por prefeitos de pedir propina para viabilizar recursos junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação, aos Municípios. Ele foi preso pela Polícia Federal juntamente com o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro.

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“Nosso país está tomado pelo ódio e fome de poder, com interesses políticos manipulando a verdade e a transparência dos fatos. Como sabemos, existe uma luta incansável para enfraquecer o governo eleito”, aponta.

Ele escreveu ainda que não há julgamento ou veredicto em seu nome, mostrando a ilegalidade da prisão.

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O pastor pontua também que seu compromisso segue o mesmo desde o momento em que "Deus me chamou para ser parte de sua grande obra, levar a palavra de verdade aos quatro cantos da terra".

“São tempos de guerra e não paro de lutar. Continuo orando pelas famílias e por toda a igreja evangélica brasileira até o senhor nos chamar para estar com ele no dia de grande alegria”, concluiu o líder religioso.

Nos comentários, dezenas de evangélicos deixaram mensagens de apoio ao pastor enquanto outros dispararam críticas.

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