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12 de Junho de 2022, 14h:00 - A | A

PODERES / G5NEWS ENTREVISTA

Lissauer: Candidaturas avulsas ao Senado não são saudáveis para base do governador

Pré-candidato ao Senado, o presidente da Alego se colocou contra candidaturas isoladas e criticou a insegurança jurídica imposta pelo TSE a quatro meses da eleição.

RAFAEL DE SOUSA
REDAÇÃO G5



O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e pré-candidato ao Senado, Lissauer Vieira (PSD), criticou a possibilidade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberar candidaturas isoladas ao Senado e a chance dos partidos da base aliada do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) autorizarem esta modalidade durante a campanha eleitoral deste ano.

A declaração ocorreu durante bate-papo no G5News Entrevista desta semana. Vídeo completo no final da reportagem

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“Sou contrário mesmo que esteja autorizado [pelo TSE]. Como existe precedente, se não estou enganado, o estado do Pará já disputou com candidaturas avulsas, acho que isso não é saudável para a base do Governo [Caiado], não é saudável para o governador. Tendo muitas candidaturas no palanque, ele não poderá pegar na mão de um só e esses mesmos também não vão pegar na mão dele”, avaliou.

Ocorre que atualmente, além de Lissauer, há pelo menos nove pré-candidatos na briga pelo Senado, sendo eles: Delegado Waldir Soares (União Brasil), João Campos (Republicanos), Alexandre Baldy (PP), Leonardo Rizzo (Novo), Wilder Morais (PL), Marconi Perillo (PSDB), Luiz Carlos do Carmo (PSC), Zacharias Calil (União Brasil) e Manu Jacob (Psol).

Lissauer destacou, ainda, que mesmo depois de uma decisão da Justiça Eleitoral, caso seja favorável, às candidaturas avulsas devem passar por um debate nos partidos para definir uma composição.

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O pré-candidato também teceu críticas às leis do país, que causam insegurança jurídica.

“Nossa legislação eleitoral é uma colcha de retalhos e, agora, mais uma vez, vem uma insegurança jurídica faltando quatro meses para a eleição. Ainda não se tem a certeza se terá candidaturas avulsas. Existe parecer prévio, mas que não foi julgado pelo pleno do Tribunal Superior Eleitoral. Precisamos esperar para ver o que acontecerá”, pontuou.

Assista à entrevista completa sobre este e outros assuntos no vídeo abaixo.

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