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20 de Outubro de 2021, 16h:44 - A | A

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Justiça mantém prisão de PM e mais um por estupro em GO

Vítima denunciou que foi violentada por cinco homens em festa, mas polícia não encontrou elementos para responsabilizar outros investigados

DA REDAÇÃO




A Justiça negou nesta quarta-feira (20) o pedido de soltura feito pela defesa do PM e do homem suspeitos de participarem do estupro coletivo de uma jovem de 25 anos durante uma festa em Águas Lindas de Goiás, no entorno do Distrito Federal. Um terceiro suspeito, que havia sido preso, mas que não chegou a ser indiciado, teve a prisão revogada.

Sobre a nova decisão, a defesa do subtenente da PM do Distrito Federal Irineu Marques Dias e de Thiago de Castro Muniz afirmou que recorreu junto ao Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) para conseguir a liberdade dos dois.

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O terceiro suspeito, Daniel Marques Dias, irmão do policial, chegou a ser preso, mas não foi indiciado por falta de elementos. Diante disso, a Justiça decidiu por revogar a prisão dele. A previsão é que ele deixe o presídio em Águas Lindas de Goiás nesta quarta-feira.

Um quarto homem foi identificado como suspeito pela polícia, mas ainda não existem provas contra ele. O quinto homem que, segundo a vítima, teria participado do estupro ainda não foi identificado.

"Eles ainda continuam sendo investigado ao longo do processo. O Ministério Público pode ouvir mais testemunhas e denunciá-los mesmo sem a polícia ter feito o indiciamento", afirmou a delegada Tamires Teixeira.

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Estupro

A vítima disse que foi chamada por um amigo para ir a uma festa em uma casa na noite do dia 8 de outubro. Na madrugada, ela foi chamada por duas mulheres para ir dormir em um quarto, pois a festa duraria durante todo o final de semana.

A vítima contou que, ao entrar no cômodo, as duas mulheres saíram e o PM entrou no quarto. Ele começou a tirar a roupa e a jovem viu que ele estava armado. Em seguida, ele tirou as roupas da vítima e a estuprou.

Ela contou à polícia que, depois que ele saiu, outros dois homens entraram e também a violentaram. Na sequência, quando eles saíram, outros dois homens entraram e a estupraram. Por fim, o policial militar voltou e cometeu o crime uma segunda vez.

O policial militar foi afastado do serviço até que o caso seja totalmente resolvido. Além disso, a PM também está investigando o caso.

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