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11 de Julho de 2021, 12h:08 - A | A

PODERES / PRESIDENTE DO PSD

Gilberto Kassab descarta impeachment e lança Pacheco ao Planalto

"Um impeachment não pode ser banalizado. Precisa de fato concreto porque estamos numa democracia", afirmou o presidente do PSD

REVISTA OESTE
COM O ESTADO DE S. PAULO




O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, praticamente lançou a candidatura do comandante do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) ao Palácio do Planalto em 2022. A ideia é tornar viável o nome do chefe do Congresso na sucessão presidencial no ano que vem.

A minha posição pessoal, ela é pessoal, isso não foi discutido no partido, é que o melhor perfil para que o partido possa abraçar é o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. É evidente que ele saberá analisar esse convite. É uma pessoa que mostrou talento para a política. Minha manifestação pessoal é de que ele pode, sim, ser um candidato do PSD à Presidência”, afirmou Kassab em entrevista publicada neste domingo, 11, pelo jornal O Estado de S. Paulo.

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O presidente do PSD também confirmou as negociações adiantadas em torno da filiação do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) à legenda. O tucano deve ser mais uma vez candidato ao Palácio dos Bandeirantes em 2022. “Entendemos que, se Alckmin formalizar sua pretensão de ser candidato a governador, por todo histórico que ele tem conosco, tem tudo, todas as condições que já foram manifestadas a ele, primeiro para ratificar o convite que fizemos para que se filie ao partido, segundo para que a gente possa trabalhar para que ele seja um bom governador, se vencer as eleições”, disse Kassab, que confirmou ainda que o PSD deve lançar nomes para disputar os governos de Minas Gerais e do Rio de Janeiro — possivelmente os prefeitos de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, e do Rio, Eduardo Paes.

Impeachment
Na entrevista, Kassab afirmou que considera difícil a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro ser afastado por um impeachment. “Um impeachment não pode ser banalizado. Precisa de fato concreto porque estamos numa democracia. O voto precisa ser valorizado. E, nessa altura dos acontecimentos, eu não acredito que vá acontecer um impeachment. Eu acho que é um governo que vai até o fim”, avalia. “É um governo que tem seus erros. Eu acho que teve muita dificuldade de estruturar, de convidar pessoas, o presidente chegou sem nenhuma experiência administrativa, sem equipe. Alguns se saíram bem, outros se saíram mal, mas é um governo com muita dificuldade no campo da política, no campo da gestão da pandemia, que hoje no mundo é a principal preocupação de qualquer cidadão.

 

 

 

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