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GOIÂNIA

18 de Julho de 2022, 11h:40 - A | A

NACIONAL/MUNDO / MORTE SUSPEITA

Polícia encontra corpo de responsável por câmeras de clube onde petista morreu

Claudinei Coco Esquarcini era diretor da Aresf. Ele se matou na tarde desse domingo (17/6), em Medianeira, no Paraná, segundo a polícia

TÁCIO LORRAN, CARLOS CARONE E MIRELLE PINHEIRO
METRÓPOLES



O vigilante Claudinei Coco Esquarcini, um dos diretores da Associação Recreativa Esportiva Segurança Física de Itaipu (Aresf), em Foz do Iguaçu (PR), onde ocorreu o assassinato do petista Marcelo Arruda em 9 de junho, foi encontrado morto nesse domingo (17/7), em Medianeira (PR). A informação da morte de Claudinei foi confirmada ao Metrópoles pela defesa da família de Arruda e pela Polícia Civil do Paraná (PCPR). A autoridade policial confirma se tratar de suicídio.

Claudinei seria o “responsável pelo fornecimento de senhas” das câmeras de segurança na Aresf. O policial penal federal Jorge José Guaranho, acusado de ser o autor do assassinato de Marcelo Arruda, viu imagens do aniversário da vítima, antes de ir ao local e matar o guarda municipal e tesoureiro do PT. Guaranho estava em um churrasco em outro clube quando assistiu às cenas da festa de Arruda.

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Em depoimento ao qual o Metrópoles teve acesso, um outro vigilante da Itaipu, identificado como José Augusto Fabri, disse que a permissão para ver as câmeras não era um procedimento comum e citou Claudinei como responsável por permitir acesso às imagens das câmaras de monitoramento do clube onde Arruda foi morto.

A defesa da Arruda esclareceu que o vigilante poderia ter repassado imagens da celebração – com tema do Partido dos Trabalhadores – ao policial penal federal, que mais tarde viria a cometer o assassinato.

Claudinei conhecia o policial Guaranho, ex-diretor da Aresf e acusado de ser o autor do assassinato de Marcelo Arruda. Guaranho foi indiciado por homicídio duplamente qualificado.

 

Ao ser atacado, Marcelo Arruda se defende e atinge Jorge José da Rocha Guaranho.Em depoimento ao qual o Metrópoles teve acesso, um outro vigilante da Itaipu, identificado como José Augusto Fabri, disse que a permissão para ver as câmeras não era um procedimento comum e citou Claudinei como responsável por permitir acesso às imagens das câmaras de monitoramento do clube onde Arruda foi morto.

 

 

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