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24 de Julho de 2021, 09h:18 - A | A

NACIONAL/MUNDO / REFEIÇÃO PRECÁRIA

Mais de 100 funcionários de hospital têm intoxicação alimentar

Segundo denúncias feitas à Reportagem de O Tempo, mais de cem funcionários de diferentes setores teriam passado mal, após consumirem na última semana alimentos servidos no refeitório do hospital

O TEMPO




Mais de cem funcionários de diversos setores do Hospital Risoleta Tolentino Neves, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte, tiveram intoxicação  alimentar por vários dias seguidos neste mês, após consumirem na última semana alimentos servidos no refeitório do hospital, conforme denunciaram  à Reportagem de O Tempo, funcionários do local, que não quiseram se identificar.

 O hospital não nega o ocorrido, e disse que já  apura o caso, por meio de uma investigação epidemiológica e de Vigilância Sanitária. No entanto, o hospital diz monitorar desde da última terça-feira (20) cerca de 40 trabalhadores que apresentaram queixas e sintomas gastrointestinais. O hospital acrescenta, que não ocorreram internações, sendo que a maioria dos casos apresentaram sintomas brandos.  

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 Nossa reportagem esteve na porta do Risoleta Neves, nesta sexta-feira (23) e conversou com diversos funcionários que acrescentaram à denúncia, que a comida do local é precária. “A comida daqui não é boa. Essa não é a primeira vez que acontece esse surto de mal coletivo por causa da comida que é servida. Muita gente, mais de cem pessoas, estão mal com diarreia”, disse um funcionário do local que preferiu não se identificar.  

Um médico que atua no hospital há mais de oito anos também disse à reportagem, que esta não é a primeira vez em que os funcionários sofrem com desconfortos causados pela alimentação que é servida. “A comida do hospital é satisfatória, entretanto, essa não é a primeira vez que um episódio desse tipo acontece, todavia, não é algo corriqueiro”, pontuou o médico, que preferiu ter a identidade preservada.  

O hospital informou também, que as pessoas que apresentaram intoxicação estão sendo atendidas pela equipe do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) e também, se necessário, no Pronto-Socorro.  

Comida 

Ainda conforme o hospital informou, somente após a conclusão da investigação, será possível saber qual alimento provocou o surto. “A alimentação fornecida aos trabalhadores do Risoleta é realizada por meio de convênio com a Fundação Mendes Pimentel (FUMP) e segue rígidos critérios sanitários e de biossegurança. Assim que o Hospital identificou casos parecidos foi iniciada uma investigação epidemiológica e de Vigilância Sanitária para detectar possíveis Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) por meio de avaliação de amostras coletadas no Hospital. A investigação epidemiológica ainda está em curso, devendo ser finalizada no prazo de uma semana”, concluiu a nota. 

Fonte: O Tempo

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