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16 de Junho de 2022, 11h:55 - A | A

GERAL / VEJA VÍDEO

Unidade de Zoonoses é acusada de jogar cachorro doente em vala; secretaria nega

Cão foi descoberto por um veterinário que foi ao local fazer descarte de animais mortos. Caso foi registro em Porangatu.

REDAÇÃO G5



Funcionários da Unidade de Vigilância em Zoonoses de Porangatu (UVZ) são acusados de jogar um cachorro com leishmaniose, ainda vivo, em uma vala no aterro da cidade. O caso veio à tona nesta quinta-feira (16). Vídeo no final da reportagem

A dona do animal afirmou que realizou todos os procedimentos e depois o entregou à unidade para ser sacrificado e não sabe o motivo dele ter sido deixado no lixão.

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Em nota, a Secretaria de Saúde de Porangatu, por meio da UVZ , emitiu nota de repúdio.

A Pasta informou “que em consulta aos registros da UVZ e em conversa com a veterinária responsável, foi relatado que o cachorro mostrado não passou pela unidade de vigilância em zoonoses e que esta afirmação é infundada e requer provas da denunciante”.

A secretaria ainda apontou que em relação ao combate e controle da leishmaniose, as equipes da UVZ realizam um trabalho em que vão às residências dos moradores que relatam sintomas da doença de seus animais domésticos para fazer o teste rápido. Dando positivo, o resultado é enviado como contraprova ao Laboratório Estadual de Saúde Pública de Goiás – LACEN - para diagnóstico definitivo.

Além disso, confirmada a doença nesse estágio, é indicada a eutanásia, procedimento este feito com autorização do dono do animal para se evitar que a contaminação passe para familiares, vizinhos ou outras pessoas.

“Os animais mortos são descartados dentro das normas sanitárias em local adequado para esta finalidade”, continua o texto.

A Secretaria de Saúde encerra a nota afirmando que “jamais uma unidade de saúde que zela pela saúde e proteção dos animais e que, ao mesmo tempo, incentiva denúncias de maus tratos, prestaria a um papel desumano deste. Diante do fato, a UVZ se coloca à disposição das autoridades policiais competentes para esclarecimentos necessários das circunstâncias apresentadas e reforça o desejo de que seja feita justiça neste caso, identificando e punindo conforme a lei o verdadeiro(a) responsável por este crime”.

 

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