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GOIÂNIA

08 de Junho de 2022, 10h:08 - A | A

GERAL / TRANSFERÊNCIAS POR PIX

Travesti dopa vítimas com "pó branco" nas ruas de Goiânia e "faz limpa" nas contas bancárias

A acusada foi presa, nessa segunda-feira (06), no Setor Bueno, durante a Operação “Hypnos”, deflagrada pelo Grupo Antissequestro da Polícia Civil

MÁRIO ANDREAZZA
REDAÇÃO G5



Travesti, nome social não divulgado, em Goiânia, é acusada de render pessoas na rua, obrigar a cheirar “pó branco” e, em seguida, fazer com que as vítimas desbloqueiem seus celulares e aplicativos de banco para “limpar” as contas com transferências PIX.

A acusada foi presa, nessa segunda-feira (06), no Setor Bueno, durante a Operação “Hypnos”, deflagrada pelo Grupo Antissequestro da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GAS/DEIC).

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A última ocorrência registrada de assalto envolvendo a travesti foi no dia 27 de maio, por volta das 23h30, no setor Vila Nova. Segundo depoimento da vítima, transitava em seu veículo pela região quando ao fazer uma conversão um homem, comparsa da travesti, pulou na frente do carro. Assustado, o motorista parou o veículo e um segundo comparsa invadiu pelo banco do passageiro. Em seguida, a acusada entrou no banco traseiro.

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O motorista relata que nesse momento um destes homens segurou em seu pescoço, enquanto o segundo o obrigou a inalar um “pó branco”. Em sequência, exigiram que desbloqueasse o aparelho celular, por meio da digital, e daí para frente não lembra de mais nada, já que ficou completamente inconsciente.

Ao acordar, ainda segundo depoimento do motorista, percebeu que os bandidos efetuaram diversas transações bancárias através do aplicativo bancário instalado no aparelho, cerca de R$6.000 mil reais, além de roubarem um relógio e uma jaqueta que a vítima vestia.

Após receber a denúncia, os investigadores inicias as buscas pelo paradeiro da crimninosa, identificada como líder do grupo, que já possuía passagens pelo mesmo crime. A acusada foi mantifada presa por ordem judicial que determina prisão temporária.

A divulgação da imagem do preso foi precedida nos termos da lei 13.869/2019, Portaria n.547/2021-PC e despacho do Delegado Chefe do Grupo Antissequestro, responsável pela investigação, notadamente porque o autuado é suspeito de praticar outros crimes desta natureza na capital, razão pela qual a divulgação de sua respectiva imagem poderá auxiliar no surgimento de novas vítimas que fizerem o seu reconhecimento.

 

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