Servidora engasga após palestra sobre primeiros socorros e é salva por bombeiro em Acreúna
O caso ocorreu no dia 10 de junho, no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) José Pires Marques, em Acreúna.

A equipe do CBMGO ainda estava no local quando percebeu a emergência e iniciou imediatamente as manobras de desobstrução.
Uma situação de emergência registrada logo após uma palestra sobre a Lei Lucas terminou com final feliz graças à rápida atuação do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO). O caso ocorreu no dia 10 de junho, no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) José Pires Marques, em Acreúna.
Segundo os bombeiros, uma servidora da unidade apresentou um quadro de engasgo por obstrução das vias aéreas poucos minutos após o encerramento da atividade educativa. A equipe do CBMGO ainda estava no local quando percebeu a emergência e iniciou imediatamente as manobras de desobstrução.
A intervenção foi bem-sucedida e a vítima conseguiu voltar a respirar normalmente. Após o atendimento, a servidora não apresentou complicações decorrentes do episódio. Um vídeo registrado por uma câmara de segurança mostra o momento da ação, que recebeu aplausos de quem acompanhou.
Primeiros socorros
O caso chamou a atenção por ocorrer justamente após uma palestra sobre a Lei Lucas, legislação que tornou obrigatória a capacitação em noções básicas de primeiros socorros para professores e funcionários de escolas públicas e privadas, além de espaços de recreação infantil.
Criada por meio da Lei Federal nº 13.722/2018, a norma recebeu o nome de Lucas Begalli, menino de 10 anos que morreu vítima de engasgo durante um passeio escolar em 2017. A tragédia mobilizou familiares e autoridades e resultou na criação da legislação voltada à prevenção e ao atendimento de emergências em ambientes educacionais.
Para o Corpo de Bombeiros, a ocorrência reforça a importância da capacitação em primeiros socorros e demonstra como o conhecimento técnico e a pronta resposta em situações críticas podem fazer a diferença entre a vida e a morte.
O episódio também serviu como exemplo prático da relevância da Lei Lucas, evidenciando a necessidade de treinamento contínuo de profissionais que atuam em escolas e instituições voltadas ao atendimento de crianças.













