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GOIÂNIA

14 de Agosto de 2021, 10h:12 - A | A

GERAL / NESTA SEGUNDA

Mulher que matou companheira por abstinência de drogas será julgada

Mulher teria discutido com a companheira após não encontrar drogas e a matou com várias facadas

DA REDAÇÃO




Denunciada pelo Ministério Público de Goiás (MPGO), Maria Pureza Angélica de Santana será julgada na segunda-feira (16), a partir das 8h30, pela 3ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia, pela morte de sua companheira, Irineuza Aparecida dos Santos Santana, em 2018.

O promotor de Justiça Maurício Gonçalves de Camargos representará o MPGO na sessão, que ocorrerá no Fórum Criminal da capital, sob a presidência do juiz Jesseir Coelho de Alcântara.

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De acordo com a denúncia, oferecida pela 93ª Promotoria de Justiça de Goiânia, o crime ocorreu na madrugada de 22 de julho de 2018, em uma casa no Residencial Senador Albino Boaventura. Maria Pureza e Irineuza viviam em união estável no imóvel.

Segundo o MPGO, as duas faziam uso habitual de drogas e bebidas alcoólicas. A relação das duas era conturbada e elas se desentendiam com frequência. No dia do crime, narra a denúncia, as duas faziam uso de drogas, quando a substância acabou. Então, decidiram sair para comprar e não encontraram.


Agressividade depois de não achar droga para comprar

Por não mais possuir o entorpecente, Irineuza ficou agressiva e nervosa. As duas se desentenderam e entraram em luta corporal. Maria Pureza atingiu a vítima com um golpe de faca na coxa esquerda e outro no rosto.

De acordo com o laudo pericial, Irineuza morreu porque a facada atingiu a artéria femural. Conforme relatado na denúncia, Maria Pureza, mesmo tendo notado o intenso sangramento da vítima, não providenciou qualquer tipo de socorro e permaneceu no local até que ela morresse em razão de choque hipovolêmico, demonstrando, assim, o desejo da morte.

Ao amanhecer, quando a vítima já havia falecido, Maria Pureza foi solicitar ajuda ao vizinho, na residência ao lado, onde deixou a faca utilizada para cometer o crime. O instrumento foi apreendido pela Polícia Civil. (Texto: João Carlos de Faria/Assessoria de Comunicação Social do MPGO)

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