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08 de Junho de 2022, 11h:12 - A | A

GERAL / AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA

Justiça mantém prisão de PM que atirou em jovem durante show de Henrique e Juliano

A decisão é da juíza Ana Cláudia Veloso Magalhães, que determinou a conversão da prisão em flagrante por preventiva durante audiência de custódia nessa terça-feira (07).

MÁRIO ANDREAZZA
REDAÇÃO G5



Justiça de Goiás manteve, em uma audiência de custódia realizada na tarde desta terça-feira (7), a prisão do soldado da Polícia Militar Pedro Henrique Cândido Negreiro, 32 anos, acusado de atirar em Francis Junio, 27, durante show da dupla Henrique e Juliano, no estacionamento do Estádio Serra Dourada, em Goiânia, no último domingo (05).

A decisão é da juíza Ana Cláudia Veloso Magalhães, que determinou a conversão da prisão em flagrante por preventiva. O policial está preso desde a última segunda-feira (6). A Polícia Militar informou que abriu um procedimento para investigar o caso.

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O advogado do PM, Vitor Hugo Martins Mendes, disse que por enquanto a defesa vai aguardar o encerramento do inquérito policial para se manifestar.

Os tiros atingiram a mão esquerda e a barriga de Francis, que foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgências de Goiás (Hugo), onde segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com estado de saúde considerado grave.

Em nota, a organização do evento disse que “o Policial Militar responsável pelos disparos assinou o termo de responsabilidade/formulário de identificação de armamento para entrar com a arma registrada no evento”. O comunicado diz ainda que 700 seguranças estavam no evento e está prestando apoio à família.

Caso segue em investigação.

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Entenda o caso

Francis teria “esbarrado” no PM enquanto andava pelo local do evento devido à aglomeração do público que lotou o evento. Os dois teriam entrado numa discussão, o acusado empurrado o jovem de volta e a vítima revidado, quando, em determinado momento, o militar sacou a arma e atirou.

À TV Anhanguera, a irmã de Francis, Lidiany Ribeiro Amorim, contou que eles estavam com familiares e amigos, em um grupo de oito pessoas, quando o irmão decidiu ir embora.

Ao andar por cerca de 100 metros do local onde estavam, a vítima esbarrou no PM, momento em que ocorreu a discussão e os tiros.

“Meu irmão esbarrou numa pessoa porque estava muito cheio. Esse homem empurrou de volta, que revidou. Uma das meninas que estava com ele disse que se virou e foi a hora que viu o homem atirando no Francis”, contou.

Após ser preso, Pedro Henrique teria confessado aos superiores que durante o evento se envolveu em uma briga e atirou em um desconhecido.

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