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GOIÂNIA

30 de Julho de 2022, 11h:11 - A | A

GERAL / CASO JOÃO LEÃO

Justiça diz que atirador que matou sogro em farmácia é “perigo à sociedade” e mantém preso

Na decisão de quinta-feira (28), o magistrado ressaltou que Felipe representa perigo à sociedade se for colocado em liberdade, além de responder a outros quatro processos

MÁRIO ANDREAZZA
REDAÇÃO G5



A Justiça de Goiás, por meio do juiz Antônio Fernandes de Oliveira decretou a prisão preventiva de Felipe Gabriel Jardim, acusado de matar o sogro, o policial civil aposentado João Rosário Leão, 63 anos, dentro da farmácia da vítima, no Setor Bueno, em Goiânia, no dia 27 de junho.

A motivação do crime seria denúncia de violência doméstica feita pelo sogro contra Felipe após confusão no fim de semana, quando o acusado chegou a atirar na casa da família em discussão com a namorada.

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Felipe foi denunciado pelo promotor de Justiça José Carlos Nery Júnior, titular da 67ª Promotoria de Justiça de Goiânia, por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima) e também por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Na decisão de quinta-feira (28), o magistrado ressaltou que Felipe representa perigo à sociedade se for colocado em liberdade, além de responder a outros quatro processos criminais relacionados à violência doméstica. Dois foram registrados pela ex-namorada Kênnia Yanka Leão, filha de João Rosário, que estão em segredo de Justiça.

O juiz Antônio Fernandes também levou em consideração o depoimento de Kênnia Yanka.

"Esta relacionava com Felipe desde abril do ano passado e terminaram algumas vezes em razão deste ser extremamente violento. Acresceu que o investigado tinha o hábito de andar armado e ameaçar as pessoas por motivos banais, como pequenas desavenças no trânsito", destacou o juiz.

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Entenda o caso

O ex-servidor da Prefeitura de Goiânia Felipe Gabriel Jardim Gonçalves, de 26 anos, foi preso nesta quarta-feira (29), segundo informou a Polícia Civil de Goiás. Ele é investigado pela morte do sogro, João Rosário Leão, de 63 anos, que era policial civil aposentado.

O crime aconteceu na segunda-feira (27) na farmácia onde o idoso era sócio, no Setor Bueno, em Goiânia, onde Felipe invadiu com a arma em mãos e executou o sogro com um tiro na cabeça e outro no peito.

A motivação seria denúncia de violência doméstica feita pelo sogro contra Felipe após confusão no fim de semana, quando o acusado chegou a atirar na casa da família em discussão com Yanka.

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