Homem sai para passear com cachorro e aparece com fratura no crânio em UTI; veja vídeo
Família de Gladisson Augusto, de 58 anos, suspeita de agressão após médicos identificarem fratura na cabeça incompatível com queda simples. Câmeras mostram movimentação estranha na avenida do Parque Amazônia

Familiares e amigos seguem mobilizados em correntes de oração pela recuperação de Gladisson.
O que era para ser apenas mais uma caminhada noturna terminou em um caso cercado de mistério e preocupação no Parque Amazônia, em Goiânia. O empresário Gladisson Augusto Pacheco, de 58 anos, saiu de casa no último domingo para passear com o cachorro, como fazia todos os dias, mas horas depois foi encontrado desacordado e em estado grave.
O caso aconteceu na Avenida Rio Negro, praticamente em frente ao condomínio onde ele mora. Segundo a esposa, Deidiane, Gladisson saiu por volta das 19h50 para a caminhada habitual. Pouco tempo depois, o porteiro do residencial interfonou avisando que ele havia sido encontrado caído na rua.
Inicialmente, a família acreditava que Gladisson pudesse ter sofrido um mal súbito ou simplesmente caído da própria altura. No entanto, a suspeita mudou após exames mais detalhados realizados em um hospital particular de Goiânia.
“Quando ele fez a tomografia, foi identificada uma fratura. O médico pediu para investigar porque achava que era um caso de agressão e não uma simples queda”, contou a esposa.
De acordo com a família, Gladisson sofreu uma fratura no crânio e apresenta sangramento na cabeça. O estado de saúde dele é considerado grave e ele permanece internado na UTI. Ainda segundo os parentes, o quadro segue estável, mas delicado, enquanto médicos aguardam a redução de um edema cerebral.
As dúvidas aumentaram após a análise de câmeras de segurança instaladas na avenida. As imagens mostram movimentações consideradas estranhas pela família. Em determinado momento, veículos aparecem diminuindo a velocidade e um motorista chega a dar sinal de farol alto antes do desaparecimento de Gladisson do campo de visão das câmeras.
“A gente vê que teve pessoas diminuindo a velocidade, então acredito que podem ajudar nesse caso. Tem muita coisa para explicar”, afirmou Deidiane.
A cunhada da vítima, Emily, disse que a possibilidade de agressão causa ainda mais estranheza porque Gladisson é conhecido por ser uma pessoa tranquila e querida pelos moradores da região.
“Ele é uma pessoa muito amada por todos aqui. Tem amizade com todo mundo. Foi um caso totalmente aleatório”, relatou.
A família registrou boletim de ocorrência e agora aguarda o avanço das investigações da polícia. Os parentes pedem que qualquer pessoa que tenha passado pela Avenida Rio Negro no momento do ocorrido ou tenha visto alguma movimentação suspeita procure as autoridades.
Enquanto tentam descobrir o que realmente aconteceu naquela noite, familiares e amigos seguem mobilizados em correntes de oração pela recuperação de Gladisson.













