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09 de Julho de 2022, 13h:45 - A | A

GERAL / ALERTA À SAÚDE

Goiás confirma primeiros casos de varíola dos macacos

Secretaria de Saúde do estado afirma que pacientes são dois homens moradores de Aparecida.

REDAÇÃO G5



A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) confirmou, neste sábado (9), os primeiros casos de varíola dos macacos no estado. Os pacientes são dois homens, 33 e 34 anos, moradores de Aparecida (região metropolitana da Capital).

"Ambos estão em isolamento domiciliar, com boa evolução do quadro clínico e em monitoramento diário pela Vigilância em Saúde", explicou a SES em nota.

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Ainda de acordo com a secretaria, os pacientes "receberam atendimento médico e orientações quanto à necessidade de manter isolamento, uma vez que a transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados".

A Pasta também alertou que, apesar de a doença ter "sido identificada pela primeira vez em macacos, o surto atual não tem relação com esses animais".

Os principais sintomas da doença são: febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão

A transmissão acontece por contato com o vírus, ou seja, com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados.

Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.

De uma pessoa para outra a transmissão ocorre pelo contato direto com fluidos corporais, como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas, com o doente durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença.

Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.

A transmissão acontece também por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis; Da mãe para o feto através da placenta; Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele; Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

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