Empresário fecha adega após jovem ser executado a tiros: "Não há condições de continuar"; assista
Amigo da vítima anunciou o encerramento definitivo da Adega Xpresso após o assassinato de José Fraga, de 21 anos. Crime segue sem presos e causa forte comoção na cidade

Dias após o crime, o proprietário do estabelecimento decidiu encerrar definitivamente as atividades.
A morte de José Fraga, de 21 anos, dentro da conveniência Adega Xpresso, no Centro de Formosa, continua provocando forte repercussão e comoção entre moradores. Dias após o crime, o proprietário do estabelecimento decidiu encerrar definitivamente as atividades e afirmou, em um vídeo publicado nas redes sociais, que "não há condições de continuar" após a tragédia.
Visivelmente emocionado, o comerciante lamentou a perda do jovem, que, segundo ele, era seu amigo, e prestou solidariedade à família e aos amigos da vítima. O empresário explicou que a decisão de fechar a conveniência foi tomada em respeito a José Fraga e pelo impacto emocional causado pelo assassinato.
A declaração rapidamente repercutiu nas redes sociais e ampliou o sentimento de tristeza na cidade. O fechamento da Adega Xpresso passou a simbolizar o tamanho das marcas deixadas pelo crime, que atingiu não apenas familiares e amigos da vítima, mas também comerciantes e moradores da região central de Formosa.
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Entenda o caso
José Fraga foi morto a tiros na madrugada de domingo (26), dentro da Adega Xpresso, localizada na Rua Herculano Lobo, no Centro de Formosa, nas proximidades da agência da Caixa Econômica Federal. O autor dos disparos fugiu logo após o crime e continua sendo procurado.
Segundo a Polícia Militar, equipes do 16º Batalhão foram acionadas por volta das 2h após denúncias de disparos de arma de fogo no estabelecimento. Quando os policiais chegaram, encontraram o jovem caído e solicitaram o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
A equipe médica confirmou a morte ainda no local. Em seguida, a área foi isolada para o trabalho da Polícia Técnico-Científica, responsável pela perícia, enquanto o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Testemunhas forneceram características do suspeito, permitindo o início de buscas pela Polícia Militar. Equipes da Companhia de Policiamento Urbano (CPU) e da Bravo participaram das diligências, mas ninguém foi preso até a última atualização da ocorrência.
Agora, a investigação está sob responsabilidade da Polícia Civil, que trabalha para identificar o autor dos disparos, esclarecer a motivação do homicídio e reconstruir a dinâmica do crime que abalou Formosa.














