De Goiás ao Alasca a pé: conheça o morador de Hidrolândia que decidiu cruzar as Américas
Conhecido como “Formiga” nas redes sociais, o aventureiro deu início a um desafio no dia 26 de março de 2026. Ele promete caminhar até o Alasca, nos Estados Unidos.

Trocar a estabilidade da rotina por uma trilha de quase 24 mil quilômetros pode parecer um roteiro de cinema, mas, para Fábio Santos, morador de Hidrolândia, na Região Metropolitana de Goiânia, essa é a sua atual realidade. Conhecido como “Formiga” nas redes sociais (@aventurasdoformiga), o aventureiro deu início a um desafio audacioso no dia 26 de março de 2026: caminhar de Goiás até o Alasca, nos Estados Unidos, dependendo apenas dos próprios passos. Veja vídeo no final da reportagem
A previsão é que Formiga alcance o destino final apenas no final de 2028, com retorno planejado para abril de 2029. Até o momento, o viajante já superou a marca de 1.140 quilômetros, percorrendo o trecho entre Goiás e Mato Grosso, onde segue viagem após ter passado pela região de Cáceres.
Diferente de suas experiências anteriores, que envolviam viagens longas de bicicleta, Fábio escolheu o trajeto a pé com um propósito específico: desacelerar. "Estar em contato com as pessoas que conheço pelo caminho é a coisa mais encantadora da viagem", destacou o aventureiro em um de seus vídeos.
A vida na estrada exige disciplina. Segundo os relatos compartilhados com seus seguidores, a rotina de Formiga é intensa. O dia começa cedo, com a caminhada sendo iniciada entre as 6h e 7h da manhã. Ele percorre uma média diária de 40 quilômetros.
O percurso é finalizado entre as 17h e 18h.
A jornada tem sido documentada em tempo real no Instagram, onde o estilo simples, espontâneo e bem-humorado de Fábio tem cativado uma legião de internautas. O carisma do viajante rendeu a ele o apelido de “Forrest Gump brasileiro”, uma referência direta ao icônico personagem do cinema famoso por suas longas jornadas a pé.
Além da superação física, a viagem tem sido marcada pela solidariedade. Em cada cidade por onde passa, Formiga conta com o apoio de moradores locais, que oferecem desde doações de alimentos até abrigo para o descanso noturno, tornando a travessia uma experiência de conexão humana, além de geográfica.














