"Crianças trans não passam por cirurgia", diz subcoordenadora de Saúde LGBT de Goiás
Bianca Lopes, subcoordenadora de Atenção à Saúde da População LGBT, desmente fake news sobre cirurgias de redesignação sexual em crianças.

Em entrevista ao Podcast G5Entrevista, a subcoordenadora de Atenção à Saúde da População LGBT de Goiás, Bianca Lopes Rosa, fala sobre o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) no processo de afirmação de gênero. Entrevista completa no final do texto.
Bianca Lopes, que é mulher trans, explica como a SES atua de forma incisiva para garantir que as pessoas trans sejam inseridas, na Rede de Atenção à Saúde, no processo de afirmação de gênero para acompanhamento clínico adequado.
Ela também aborda assuntos polêmicos e desmente uma série de fake news sobre cirurgia de redesignação sexual, popularmente chamada de troca de sexo, em crianças. Os boatos começaram após uma reportagem nacional apontando que 100 são crianças de 4 a 12 anos de idade e 180 são adolescentes de 13 a 17 anos passam por processo de transição de gênero gratuitamente no Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista.
“O acompanhamento feito pela USP nada mais é que o acompanhamento psicossocial. Acompanhamento com psicólogo, com médicos, psiquiatras, endócrinos que fazem o acampamento clínico dessas crianças e suas famílias para que elas possam ter um desenvolvimento que respeite aquilo que ela é”, afirmou a subcoordenadora de Atenção à Saúde da População LGBT.
No bate-papo, Bianca também destacou os procedimentos realizados em Goiás em prol das pessoas trans e a ampliação do sistema do SUS para várias regiões do estado.
Assista entrevista completa

Perito alerta que 'Maníaco de Goiânia' não tem cura e pode voltar a matar se for solto
Ao G5News, o perito criminal Shouzo Abe detalhou por que o comportamento do homicida foge completamente ao padrão observado no sistema prisional.













