A três dias da eleição, analistas entram em “confronto” em defesa de Lula e Bolsonaro; assista
Num dos pontos mais altos, Glauco chama Lula de “Molusco da Silva” e fala da prisão do ex-presidente. Edilberto relembra que, à época do exército, Bolsonaro chegou a ser preso, o que também permite a mesma pecha

No primeiro episódio do podcast “Conexão Goiás”, o G5News recebeu os analistas Glauco Tulius, empresário que defende a ideologia de “direita”, hoje representada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), e o advogado Edilberto Dias, advogado filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), que tem o ex-presidente Lula como principal líder, para debater a polarização política a três dias do segundo turno das eleições 2022, quando o Brasil vai escolher o próximo “comando nacional”.
O “confronto de ideias” tem a intenção de colocar os “opositores” para debater os pontos de vista das pautas mais discutidas entre os candidatos, Lula e Bolsonaro, e levar para que o internauta/telespectador avalie as posições, tire as próprias conclusões e tenha mais consciência para escolher o qual, em sua opinião, deve estar à frente do país.
O episódio debateu os pontos “mais quentes” que estão pipocando na mídia e envolve os dois candidatos: a prisão de “Roberto Jefferson” e o confronto com a Polícia Federal (PF), que teve reflexos na campanha de Bolsonaro, os ataques mútuos entre os candidatos, acusações de “fake News” de ambos os lados, supostos ataques à democracia, agressões pessoais, entre outros.
Num dos pontos mais altos, em que o ex-presidente Lula, chamado de “Molusco da Silva” por Glauco, é colocado no papel de bandido e ex-presidiário, e ele explica que o político não foi “inocentado”, porém, os processos suspensos pelo STF por parcialidade do ex-juiz Moro, Edilberto relembra que, à época do exército, Bolsonaro chegou a ser preso, o que também permite a pecha de “ex-presidiário”.
Bolsonaro foi preso por 15 dias no ano de 1986, quando ele tinha 31 anos e era paraquedista do Exército.
A decisão foi tomada após Bolsonaro escrever, sem consultar seus superiores, um artigo para a Revista Veja em que pede aumento salarial para a tropa. Ele foi punido por "ter ferido a ética, gerando clima de inquietação na organização militar" e "por ter sido indiscreto na abordagem de assuntos de caráter oficial, comprometendo a disciplina", segundo matéria de 2017 da Folha, com base em documentos do STM (Superior Tribunal Militar)
Os analistas tiveram momentos de descontração, porém, em vários momentos se exaltaram para defender os pontos que acreditam e finalizaram entregando ao internauta/telespectador porque “seu candidato” é o mais ideal para o Brasil neste momento.
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