PSDB pode liberar geral e Marconi deve ficar sem candidato a presidente
O PSDB ainda tenta se encontrar no labirinto da sucessão presidencial, oscilando entre lançar um nome próprio ou liberar os...

O PSDB ainda tenta se encontrar no labirinto da sucessão presidencial, oscilando entre lançar um nome próprio ou liberar os estados para o "salve-se quem puder" das coligações. No centro dessa estratégia está o ex-governador de Goiás, Marconi Perillo, que, na condição de ex-presidente da legenda e atual comandante do Instituto Teotônio Vilela (ITV), mantém o poder de ditar o rumo da sigla.
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A nota crítica, porém, recai sobre o esvaziamento de quadros: o partido hoje enfrenta uma drástica dificuldade de encontrar nomes competitivos que consigam furar a polarização nacional. O distanciamento de outros modelos políticos e a resistência a certas alianças deixam o PSDB em uma encruzilhada perigosa.
Sem um "puxador de votos" de peso e com a base fragmentada, a sigla corre o risco de virar um figurante de luxo nas próximas eleições. Vindo para a disputa estadual, em Goiás, o partido também não consegue decolar. Tendo Marconi como pré-candidato ao governo, o partido só consegue liderar quando o leitor responde em quem você não votaria de jeito nenhum nas próximas eleições.















