Prefeito de Caçu desobedece ordem e mantém contrato proibido

Mesmo após decisão definitiva do Tribunal de Contas, a Prefeitura de Caçu pode ter mantido um contrato que deveria estar encerrado. A suspeita surgiu após técnicos encontrarem despesas recentes ligadas ao mesmo objeto de uma ata que o TCM mandou rescindir.
O tribunal havia determinado o fim da contratação e proibido qualquer prorrogação. O prazo venceu, mas pagamentos feitos em 2025 levantaram a dúvida: o contrato realmente acabou?
Agora, o prefeito Kelson Vilarinho (UB) terá que explicar a situação. Se ficar comprovado o descumprimento da decisão, a multa pode chegar a 25% do valor máximo previsto pelo TCM.
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