PL já escolheu Daniel, e não avisou Wilder

Um almoço no Palácio das Esmeraldas, na segunda semana de janeiro, serviu menos comida e mais recado político. À mesa, Caiado, Daniel Vilela, Ismael Alexandrino e Magda Mofatto combinaram o óbvio: o PL, em Goiás, já escolheu lado. E não é o de Wilder Morais.
Enquanto o senador insiste na pré-candidatura ao governo, o partido opera em tempo integral por Daniel Vilela e Gracinha Caiado. Prefeitos, deputados e lideranças locais fazem conta simples: três deputados bem posicionados valem mais que um senador isolado.
Wilder até é presidente do PL no Estado, mas perdeu o controle do próprio volante. Seu “exército” tem general demais e soldado de menos. Prefeitos fogem, quadros competitivos não aparecem e Valdemar Costa Neto já foi alertado: assim, o PL perde força, fundo e TV. Se insistir, Wilder fica só — e falando sozinho.












