CEI expõe jogo de empurra entre Equatorial e operadoras sobre emaranhado de fios nos postes da capital
Na CEI dos Fios Soltos, na Câmara de Goiânia, o representante das operadoras, Romenig Lima, finalmente admitiu o que todo goianiense sente na pele...

Na CEI dos Fios Soltos, na Câmara de Goiânia, o representante das operadoras, Romenig Lima, finalmente admitiu o que todo goianiense sente na pele (ou no pescoço): a fiação da capital é um caos de décadas.
A culpa? Segundo ele, é da Equatorial, que "fiscaliza", mas não vê nada, e das grandes operadoras que instalam e esquecem. Enquanto eles brigam para saber quem tira o lixo do poste, a população segue fazendo malabarismo para não ser enforcada por cabos clandestinos.
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Em nota, a Equatorial informou que "vem cumprindo seu papel de fiscalização e notificação para que as empresas de telecomunicações, responsáveis por serviços de internet, fibra óptica, TV a cabo e telefonia fixa adotem as providências necessárias quanto aos fios soltos e reforça que a responsabilidade pela regularização das instalações e pelo cumprimento das normas técnicas aplicáveis é exclusiva dessas empresas".
Leia a nota da Equatorial
A Equatorial Goiás informa que vem cumprindo seu papel de fiscalização e notificação para que as empresas de telecomunicações, responsáveis por serviços de internet, fibra óptica, TV a cabo e telefonia fixa adotem as providências necessárias quanto aos fios soltos e reforça que a responsabilidade pela regularização das instalações e pelo cumprimento das normas técnicas aplicáveis é exclusiva dessas empresas.
Desde o início da concessão, há três anos, a distribuidora já realizou aproximadamente 404 mil fiscalizações em postes, que resultaram na identificação de cerca de 1,9 milhão de irregularidades. Ao todo, 692 empresas de telecomunicações em todo o estado já foram formalmente notificadas pela companhia, um resultado que evidencia o compromisso permanente da Equatorial Goiás com a segurança da população e o cumprimento de suas responsabilidades regulatórias.
A concessionária reforça que as diretrizes gerais garantir o adequado compartilhamento da infraestrutura são estabelecidos em Resolução Conjunta da ANEEL e ANATEL e que cabe às empresas operadoras do serviço de telecomunicação o papel geral de protagonistas nas ações que envolvem seus próprios cabos no que diz respeito ao uso compartilhado dos postes.
A Equatorial Goiás destaca também que, do valor arrecadado pelo compartilhamento dos postes, 40% fica para tributos e 60% é destinado para amortização tarifária, reduzindo a tarifa dos consumidores, conforme modelo aplicado em todo território nacional.
Assessoria de Imprensa da Equatorial Goiás














