Candidato que não conseguir 17 mil votos está fora da briga pela Alego
Com o quociente eleitoral projetado na casa dos 85 mil votos e com a famigerada “cláusula de barreira individual”, o candidato que obtiver...

Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) anunciou abertura de concurso para 2024.
Valdir Araújo/Alego
Com o quociente eleitoral projetado na casa dos 85 mil votos e com a famigerada “cláusula de barreira individual”, o candidato que obtiver menos de 17 mil votos nas eleições deste ano está fora da disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás. Na prática, isso significa que não basta o partido ser forte ou ter um “puxador de votos” na chapa.
O cálculo é frio e não perdoa. Em 2022, nomes como Karlos Cabral e Rosangela Rezende garantiram seus mandatos justamente por estarem acima dessa linha de corte. Quem ficou abaixo, viu a vaga escapar pelos dedos. Por isso, a velha estratégia de “encher chapa” com candidatos figurantes morreu. Neste ano, o partido que quiser manter representação na Alego terá que apresentar nomes com capilaridade real.
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O recado está dado: 17 mil votos é o preço mínimo do ingresso. Abaixo disso, o esforço é em vão.













