O “chilique” de Vilmar ao saber que servidores receberam décimo terceiro
A motivação por trás da fúria do ex-prefeito de Aparecida seria, portanto, uma vingança política contra aqueles que ousaram não apoiar seu escolhido.

Uma fonte com conhecimento dos bastidores da gestão passada de Aparecida de Goiânia revelou ao G5News um episódio que expõe o lado mais sombrio da política local: o prefeito Vilmar Mariano (UB) teria tido um verdadeiro "chilique" ao descobrir que a Secretaria de Fazenda havia efetuado o pagamento do décimo terceiro salário dos servidores no dia 20 de dezembro passado.
A razão por trás da fúria de Vilmar, segundo apurado, é tão mesquinha quanto alarmante: o prefeito estaria descontente com o fato de que apenas 20% dos servidores teriam votado em seu candidato derrotado, Professor Alcides (PL).
A motivação por trás do suposto "chilique" seria, portanto, uma vingança política contra aqueles que ousaram não apoiar seu escolhido.
Essa atitude revela um desprezo inaceitável pelos direitos dos servidores, que, em vez de serem valorizados pelo seu trabalho, são tratados como peões em um jogo político. A ideia de punir os funcionários com o não pagamento do décimo terceiro, assim como ocorreu com o salário, é um ato de crueldade e abuso de poder.
É importante lembrar que, em anos anteriores, a própria gestão de Vilmar Mariano se orgulhava de pagar três folhas salariais em um único mês: o salário de novembro no dia 30, o décimo terceiro no dia 5 de dezembro e outra folha salarial antes da virada do ano. Essa prática, que demonstrava respeito e compromisso com o funcionalismo, foi abandonada em favor de uma retaliação política.
Em vez de honrar seus compromissos com os servidores, Vilmar teria preferido gastar duas folhas de pagamento com fornecedores, um ato que está sendo investigado pelo Ministério Público. Essa decisão levanta sérias suspeitas sobre a lisura da gestão e reforça a imagem de um governo que priorizou interesses obscuros em detrimento do bem-estar da população.
A atitude de Vilmar Mariano é um tapa na cara da população e um ataque direto aos direitos dos servidores.















